Na vida há de ser sempre assim.
Viver entre um dualismo de inconstâncias,
Se tornar uma ambigüidade que seja
E assim esteja sempre nela a pensar.
Eterno sempre tentar a esquecer
Mas não culpe o homem
Ou a tribo ao seu redor
Vê que Deus, grande brincalhão,
Fez tudo em pares opostos.
Para nunca descobrirmos qual o verdadeiro
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